Papo Lendário #95 — O Caldeirão da Santa Ceia

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Nesse episódio do Papo Lendário. Leonardo Henrique, Juliano Yamada, e Nilda Alcarinquë conversam sobre o Santo Graal e suas diversas representações.

Veja quais são as obras mais clássicas sobre o cálice sagrado.

Entenda como o Santo Graal foi parar na Bretanha.

Conheça outras versões do cálice.

Musica Final: Musica final de Monty Python e o Cálice Sagrado

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Padrim do Mitografias

  • Mateus Salvador

    Excelente o cast! A espera valeu a pena.

    Só uma pequena canelada, o terceiro filme do Indiana Jones não se chama Indiana Jones Em Busca do Cálice Sagrado, mas sim Indiana Jones e a Última Cruzada!

    • Nilda Alcarinquë

      Obrigada pela correção Mateus.
      Acredita que vi este filme no cinema 2 vezes, quando foi lançado, e umas outras tantas em vídeo e na TV?
      E acho que o Yamada e o Leonardo também viram várias vezes, e ainda sim deixamos isso passar..

      abraço

  • Felipe Loureiro

    Saudações!

    Muito bom episódio! Excelente tema.

    Bernard Cornwell têm também a “Trilogia da Busca do Graal”, (“O Arqueiro”, “O Andarilho” e “O Herege”), onde o jovem Thomas de Hookton é mandado pelo rei em uma busca pelo o Graal, que parece ter sua história ligada à história do falecido pai de Thomas, tudo isso contextualizado na Guerra dos Cem Anos no melhor estilo do autor. Uma ótima pedida pra quem gosta do tema.

    Mas, conforme comentado no episódio, uma das coisas mais legais na lenda do Graal é a busca. Seja ela épica ou tola!

    Como comentário aleatório gostaria de dizer que “Monty Python, em Busca do Cálice Sagrado” é sensacional, além de ser, pra mim, uma das melhores representações de uma partida de D&D que eu já vi, mesmo não tendo nada a ver com isso! 0/

    Abraços!

    • Valeu Felipe! Não abordei a Trilogia da Busca do Graal pois ainda não pude ler, o que é claro que significa que no futuro teremos novos episódios sobre o tema.

      • Felipe Loureiro

        Beleza! 0/

  • José

    Gostei bastante do episódio, nunca é demais falar de lendas Arthurianas. 🙂

    Só acrescentando, duas referências que usam o Graal e símbolos relacionados. Uma é a série em quadrinhos Preacher. Nela, o Graal é uma organização que existe desde o tempo de Cristo. Na HQ, Cristo foi salvo da cruz, se casou e teve filhos. A organização do Graal protegeu a linhagem de Cristo realizando casamentos endogâmicos entre os membros da família para manter o sangue “puro”. Eles são uma organização secreta mais poderosa que o governo dos Estados Unidos. Porém, como resultado da endogamia, o último descendente de Jesus Cristo nos dias atuais é completamente retardado, por isso o Graal precisa de um novo messias e vai atrás do personagem principal da HQ.

    Outra referência de quadrinhos interessante é a minissérie Sláine (ela saiu aqui no Brasil como Sláine – O Deus Guerreiro). Nela os quatro tesouros sagrados dos celtas (o caldeirão, a pedra do rei (também chamada de umbigo do mundo), a espada e a lança sedenta de sangue) são parte importante da história e são descritos em detalhes.

    Gosto de ver as lendas do Graal como alegorias da chegada do cristianismo à Bretanha. Mas é inegável que tudo virou um grande mito representativo de grandes buscas.

    • Valeu pelas indicações José!
      Sláine é simplesmente demais, e sempre que falo dos celtas acabo citando essa HQ. Que alias foi onde comecei a perceber melhor as relações do Graal com os caldeirões celtas.

  • Muito legal este cast. Vocês abordaram o tema de uma forma bem ampla.

    parabéns,

    valeu.

  • Augusto Tenório

    Finalmente um PL novo!!!

  • Davi

    Finalmente Cavaleiros do Zodíaco!

  • Ricardo

    Muito bom o podcast! Vou só fazer dois comentários gigantes:
    1) O Caldeirão Celta que revive os mortos é usado em uma animação da Disney chamada The Black Cauldron,que é inspirado em uma série de livros por sua vez.

    2) Umas das teorias para lenda da descendência de Cristo, é que na época da conversão dos Saxões(um povo guerreiro) para o Catolicismo, a imagem de Cristo que foi passado pra eles era de um grande guerreiro que venceu a morte e que enfrentou seus opositores, e não do cordeiro (para o sacrifício) de Deus que temos hoje, pois, eles não aceitariam a crer em uma divindade que fosse pacífica. Assim como os grandes líderes gostavam de dizer que eram filhos de deuses no passado, alguns revindicavam para si a descendência de Cristo para ter algum prestigio entre os demais. Vi em um documentário sobre os saxões.

    • Nilda Alcarinquë

      Olá Ricardo!

      Fiquei curiosa sobre este documentário sobre os saxões.
      A teoria de reivindicar uma origem divina faz muito sentido, e não apenas para este povo.
      Se lembrar do nome ou de onde ela passou e puder nos informar, ficaria muito agradecida.

      Abraço

      • Ricardo

        Faz um tempo que vi mas acredito que seja da série do History Channel,Os Bárbaros.