5

May

by Nilda Alcarinquë

Ilíada: A Guerra de Tróia

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O história central deste livro é a Ilíada, mas a narrativa de Homero não é completa e suficiente para compreender totalmente a guerra, pois a Ilíada começa quando já decorreram 10 anos da luta e termina com o funeral de Heitor.
E o restante da Guerra? Como ela começou? Como terminou? Cadê o cavalo?
É aí que esta versão que Menelaos Stephanides nos apresenta se mostra uma das mais completas. Recorrendo a várias epopéias e narrativas, a maioria delas desconhecidas do grande público, o autor acaba nos apresentando um panorama completo da Guerra de Tróia: sua origem, desenrolar e consequências.

Antes da Guerra

Na primeira parte do livro nos é contado as origens de Tróia: duas histórias diferentes que narram como a cidade surgiu. Os troianos não são descritos como estranhos e bárbaros, mas como um povo com a mesma cultura e origem da dos aqueus e helenos que tentarão conquistá-la.
Stephanides nos apresenta as origens da guerra: O Pomo de Ouro oferecido por Éris, a deusa da discórdia, à mais bela deusa presente no casamento de Peleu e Tétis,  e como a questão foi resolvida por Páris, o segundo filho de Príamo, o rei de Tróia.
Image Hosted by ImageShack.usTambém somos apresentados à bela Helena, que teve a mão disputada por quase todos os príncipes aqueus. E a solução encontrada por Odisseu para que a escolha do noivo fosse um motivo de união entre as diversas cidades-estado.
O rapto, ou fuga, de Helena com Páris é o motivo para desencadear a guerra.
Mas antes que ela comece, Menelau precisa convencer os outros heróis e príncipes a participar da luta, e é nesta hora que nos apresenta os outros protagonistas, suas origens e motivos

O Sacrifício de Ifigênia e os Nove Anos de Guerra

Nestas duas partes são mostradas as tentativas de chegar a Tróia, a muitas intrigas e estratagemas utilizadas durante a formação do exército grego, o trágico sacrifício de Ifigênia, a chegada à ilha de Tênedos e primeiras batalhas que ocorreram na guerra.
Durante este processo dois tipos de guerreiros se destacam e podem ser personalizados nas figuras de Aquiles e Odisseu. Aquiles é o guerreiro jovem, impetuoso e ávido por glória e reconhecimento, que não pensa nas conseqüências de seus atos. Odisseu é o estrategista, que vai para a guerra para não desonrar sua família e cidade, e que usa o intelecto para tentar vencer a guerra de forma mais rápida, conseguir espólios e voltar para casa.

A Ilíada

Esta é a narrativa mais conhecida, a que começa após 10 anos de início da guerra e começa apresentando o desentendimento entre Aquiles e Agamêmnon e suas conseqüências para todo o exército.
Image Hosted by ImageShack.usAquiles é o principal herói desta história e sua atitudes, impensadas ou inspiradas pelos deuses, acabam ditando o rumo da guerra.
Intrigas e estratégias seguem-se a narrativas sangrentas de batalhas, com a intervenção dos deuses em diversos momentos, tanto de um lado como de outro e pelos mais variados motivos e caprichos.

Os Últimos dias da Guerra e de Tróia


É nesta parte que Stephanides, para nos contar o final da guerra, recorreu à maioria dos relatos não Homéricos, nos trazendo fatos importantes como:

- As lutas de Aquiles e sua morte;
- Como Odisseu usa de artimanhas para descobrir o ponto fraco de Tróia;
- A construção e oferenda do cavalo de madeira;
- Como os troianos aceitam o presente grego, apesar das advertências de Cassandra e de Lacoonte;
- A queda da cidade, o tratamento dispensado aos prisioneiros e suas mulheres.
Há também um breve relato do destino dos heróis envolvidos nas guerras, a maioria deles com finais trágicos ou de duras lutas.
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Ao reunir estas narrativas diversas e organizar os fatos em uma ordem cronológica, Stephanides proporcionou aos leitores que procuram conhecer a Guerra de Tróia, seus heróis e deuses,  um cenário compreensível  e capaz de despertar a curiosidade, incentivando a busca por mais conhecimentos sobre a mitologia grega. Posso afirmar que foi apenas após ler este livro que consegui entender o porquê dos troianos não terem queimado o cavalo de madeira, apesar das advertências para que o fizessem. Espero que outros leitores tenham descobertas semelhantes.

Por fim, preciso dizer que este é o último post abordando esta coleção Mitologia Helênica, do Menelaos Stephanides. Indico leitura de todos os livros desta coleção como uma boa introdução à mitologia grega. Os que abordei anteriormente, aqui nos Escritos Lendários, são os que acho essenciais para o entendimento dos mitos gregos. Uma pequena introdução para o que espero que seja um despertar do interesse por estes mitos tão presentes na nossa cultura e, ao mesmo tempo, tão desconhecidos.

Stephanides, Menelaos: Ilíada: A guerra de Tróia (tradução e notas: Luiz A. Machado Cabral) – São Paulo: Odysseus Editora, 2000.

A origem literária do vampiro ocidental

Image Hosted by ImageShack.usAo escrever Drácula, Bram Stoker utilizou-se de todo um arcabouço teórico e literário que foi consolidado durante todo o século XIX.

E mostrar quais escritos literários ajudaram a compor a imagem do vampiro de origem nobre, com mulheres fatais e superstições dos camponeses é o que O Vampiro antes de Drácula propõe.

Martha Argel e Humberto Moura Neto fizeram uma seleção de 12 contos publicados durante o séc. XIX que antecederam o romance de Stoker, num recorte que procura apresentar as várias facetas que o mito foi adquirindo com o tempo na literatura.

Algumas histórias são conhecidas e constantemente publicadas no Brasil, mas a também há contos desconhecidos do grande público, que tiveram poucas publicações no país ou nunca haviam sido traduzidas.

Além da apresentação em ordem cronológica de publicação, também houve o cuidado de incluir contos de autores de várias nacionalidades, como o inglês Lord Byron, o russo Alexei Tolstoi e o francês Alexandre Dumas. E o último conto apresentado, do próprio Bram Stoker, seria um capítulo que foi cortado, pelo autor, da versão final de Drácula.
Fazem parte da coletânea:

O vampiro (1819), de John Polidori
Fragmento de um relato (1816) de Lord Byron
O retrato Oval (1842) de Edgard Alan Poe
A família do Vurdalak (1847), de Alexei Tolstoi
A dama pálida (1849) de Alexandre Dumas, pai
O Horla (1886), de Guy de Maupassant
Um mistério da Campagna (1887), de Anne Crawford
O velho Éson (1891) de Arthur Quiller-Couch
O último dos vampiros (1893), de Phil Robinson
A verdadeira história de um vampiro (1894), do conde de Stembock
A floração da estranha orquídea (1895) de H.G. Wells
O convidado de Drácula (entre 1890 e 1897), de Bram Stoker

A construção do mito contemporâneo

Além deles a obra conta com uma introdução e posfácio que são, na minha opinião, as melhores partes do livro.
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Na introdução há uma concisa apresentação da origem literária do mito do vampiro ocidental, os contos e poemas que são considerados a origem do tema, suas diversas faces no decorrer do séc. XIX e as diferentes configurações que assume em vários países.

Os autores tem todo um cuidado ao explicar e descrever ao leitor como o vampiro fruto da imaginação de camponeses vai, aos poucos, se transformando no nobre perigoso e sedutor do final do séc. XIX, e  como o teatro o popularizou o tema vampírico, causando escândalos e levando o tema até regiões e parcelas da população que não o conheceriam de outra forma.

Há também a descrição da existência de toda uma literatura barata, conhecida como penny bloods, vendida na forma de folhetins, que mescla conceitos do vampiro teatral, inspirado na obra de John Polidori, com conceitos e superstições da camada mais pobre da população. E, num efeito de retro-alimentação, estes folhetins acabam influenciando o teatro e livros escritos a partir de então. O tema é popularizado e toda uma gama de variedades de vampiros toma corpo pela Europa, agradando gostos que vão do gótico romântico ao terror folhetinesco.
Image Hosted by ImageShack.us No posfácio, intitulado Drácula: a cristalização do mito, os autores fazem uma breve análise da obra de Bram Stoker, os livros que claramente o influenciaram e de alguns mitos sobre a obra que surgiram posteriormente. E de como os personagens Drácula, Van Helsing, Mina e Jonathan Harker tornaram-se as maiores referências sobre o mito do vampiro ocidental e qualquer obra que veio após, escrita ou áudio-visual, é imediatamente comparado e analisado sob a luz da obra de Stoker.

Tanto a apresentação como o posfácio são muito bem documentados, com todas as citações devidamente nomeadas e que podem servir como grande fonte de referências para estudos mais aprofundados, o que, por si só, já valeria ter este livro na estante.

Não bastasse isso, a escrita também é bem agradável e trata o leitor de forma inteligente, informando e instigando a busca por maiores conhecimentos sobre vampiros.
Acredito ser uma leitura, no mínimo, valiosa para quem gosta do tema, jogadores de RPG e estudiosos deste ser que povoa o imaginário ocidental, a literatura, teatro, cinema e jogos a mais de 2 séculos.

Argel, Marta e Moura Neto, Humberto (organização, comentários e tradução) – O VAMPIRO ANTES DE DRÁCULA – São Paulo, Ed. Aleph, 2008

3

Mar

by Nilda Alcarinquë

COLEÇÃO MITOLOGIA HELÊNICA: ÉDIPO
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Voltando à série de livros de introdução à mitologia grega de Menelaos Stephanides, desta vez vou falar de Édipo.

Este é um livro que se propõe abordar toda a história do ciclo edipiano: os antepassados, a história do desafortunado herói e o destino de seus filhos.

Stephanides reconta a história usando como principal fonte as peças de Sófocles, Eurípedes e Ésquilo. Em certos momentos, ao narrar a opinião de anciões ou de populares, repete a estrutura de coro das peças gregas, o que acaba funcionando como forma de introduzir outros participantes à trama sem ser necessário fazer a apresentação de inúmeros personagens novos.

O livro divide-se em 5 partes. As 4 primeiras: Édipo Rei, Édipo em Colono, Sete contra Tebas e Antígona são claramente baseadas nas peças gregas, e Os Descendentes, que é um apanhado de narrativas sobre os descendentes de Édipo,  dos Argivos e de Héracles

ÉDIPO REI

Aqui se conta a história da origem dos dramas vividos por Édipo, Jocasta e a família real tebana.

A maldição tem origem com seu pai, Laio, que desrespeitou as leis da hospitalidade seqüestrando o filho de Pélope e sendo por este amaldiçoado. Como para os antigos gregos o indivíduo é identificado por sua família, uma maldição deve recair sobre toda a família. E seguindo este princípio Édipo acaba vivendo o que é considerado a maior das tragédias.

A parte central da narrativa concentra-se na investigação que Édipo faz sobre a origem do crime que deu origem à peste que abate Tebas, nas previsões do adivinho Tirésias, e na punição auto-inflingida, pois Édipo considera que, mesmo não tento sido proposital, causou sofrimento a Jocasta, a seus filhos e à cidade de Tebas.

ÉDIPO EM COLONO
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O tema principal de Édipo em Colono são os conflitos entre pais e filhos.

Após vagar por toda Grécia, amparado pela filha Antígona, Édipo chega a Colono, nos arredores de Atenas, onde há um bosque consagrado às Erínias e que Édipo reconhece como sendo seu destino final.

Aí é encontrado por Ismene, que narra o conflito dos filhos de Édipo: Polinice instou o povo de Argos a atacar Tebas, reivindicando o direito de governar a cidade no lugar de Etéocles.

Édipo recusa-se a ajudar a luta fratricida, bem como apoiar seu cunhado Creonte, e  pede a ajuda de Teseu para que suas filhas sejam protegidas. Também pede a Teseu que o acompanhe até o local de seu destino final.

SETE CONTRA TEBAS

É a narrativa da guerra travada contra Tebas pelos 7 generais que apoiam Argos e a reivindicação de Polinice ao trono ocupado por Etéocles.

Aqui se dá algo interessante: o centro da narrativa não é a batalha em si, mas a tentativa de Antígona de reconciliar os irmãos e impedir que outra tragédia se abata sobre a família e a cidade. Apesar do papel secundário relegado às mulheres gregas, Antígona acaba mostrando como é possível lutar dentro dos estreitos limites a ela imposto.

ANTÍGONA

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Antígona continua sua rebelião contra as decisões dos homens que governam Tebas, colocando a família acima de tudo, principalmente o pai e irmãos. Toma para si o papel de guardiã das mais antigas tradições e contraria o decreto de seu tio Creonte, de que Polinice permaneça insepulto.

A teimosia de Creonte, a maldição que recai sobre os descendentes de Laio, e os corpos insepultos à porta de Tebas atraem a ida dos deuses e toda família real tebana cai em desgraça.

Com esta narrativa fecha-se a narrativa das chamadas tragédias edipianas.

OS DESCENDENTES

Aqui se conta duas histórias:

A primeira é a dos filhos dos guerreiros de Argos que, para vingar o fato dos pais terem ficado insepultos por algum tempo, juram atacar Tebas.

É uma narrativa que contém os feitos destes filhos que, liderados por Alcméon, destroem Tebas, causando o desterro de seus habitantes. E, como pano de fundo, Alcméon é enredado pela cobiça pelos presentes dados por Atena a Harmonia e o triste destino que eles trazem.

A segunda conta a luda dos Heráclidas, os descendentes de Hércules, para terem sua própria pátria e de como foram necessárias 3 gerações para que dominassem todo o Peloponeso.

Esta narrativa acaba sendo uma explicação mitológica à entrada dos Dórios na Grécia e do porquê a maioria das famílias nobres gregas reivindicarem descender do maior dos heróis gregos.

Por fim, podemos afirmar que a saga de Édipo é uma das últimas histórias da era Mitológica grega. Não há nelas a intervenção direta do deuses e sim o resultado das ações e opções dos humanos. Após a queda da Tebas mítica poucas histórias sobre descendentes dos heróis foram contadas e, como diria Sófocles, pode-se por um fim à era heróica e começar a era do homens.

Stephanides, Menelaos: Édipo.(tradução Jana´na R.M. Potzmann), São Paulo, Odisseus Editora Ltda, 2004

CONTOS MARAVILHOSOS INFANTIS E DOMÉSTICOS
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Em 2012 comemorou-se o bicentenário da publicação Kinder-und Hausmärchen, ou Contos Maravilhosos Infantis e Domésticos, a mais conhecida obra dos irmãos Willhelm e Jacob Grimm. Aproveitando a data, a editora Cosac Naify lançou 156 destes contos numa edição em 2 volumes e com a tradução direto do alemão que traz a primeira versão dos contos, sem os cortes ou adaptações das edições posteriores, e é por causa desta data e da qualidade que decidi falar dela aqui.
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22

Dec

by Nilda Alcarinquë

A Árvore e a Folha – J.R.R. Tolkien

Este é um pequeno livro dividido em duas partes: o ensaio “Sobre Histórias de Fadas” e o conto “Folha por Niggle.” Os dois estão relacionados, pelo autor, pelos símbolos da Árvore e da Folha (Tree  and Leaf é o nome original deste livro).

Vou me restringir ao ensaio e deixar conto Folha por Niggle por conta dos leitores, que é uma história maravilhosa, uma fábula de como pode se dar um processo criativo, uma crítica social ou apenas uma bela história de entretenimento. E, por isso mesmo, difícil de ser resenhada de forma mais objetiva.
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Mito e Religião na Grécia Antiga – Jean-Pierre Vernant

Diferente dos outros livros sobre os quais escrevi aqui, este não se preocupa em contar um ou vários mitos e sim em discutir o significado destes mitos. É um pequeno ensaio que discute o significado e significante dos mitos e da religião entre os gregos.

Jean-Pierre Vernant era um historiador e antropólogo francês, especialista em Grécia Antiga e mitologia grega. Portanto é o livro de um historiador, e por isso a abordagem é histórica e historiográfica. Mas não é recheado de terminologias específicas da área a ponto de deixar texto incompreensível aos leitores leigos.
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No retorno dos Escritos Lendários vamos continuar com a coleção de Mitologia Helênica do Menelaos Stephanides, agora com o livro Teseu, Perseu e outros mitos.

Apesar de não ser um livro grande, apenas 158 páginas, as histórias que aborda são extremamente importantes para se entender os mitos gregos. Não apenas pelos heróis mais conhecidos, como Perseu e Teseu, mas também os menos conhecidos e que, de uma forma ou de outra, participaram de feitos importantes da mitologia grega e até hoje tem seus nomes lembrados, apesar de nem sempre sabermos o que fizeram.

Muitos são conhecidos apenas por serem antepassados de algum herói, mas entre os gregos, e na maioria dos povos antigos, a origem é o que dá identidade ao indivíduo e, em alguns casos, é o que acaba determinando o que acontecerá com o herói.

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Continuamos aqui o Pop 101 – Clube do Livro do qual Jessy (@jehssuda) fala sobre o livro Filhos do Éden. Esta é a terceira e ultima parte.

ATENÇÃO porque tem SPOILERS

Para ver os episodios anteriores:
Primeira parte — clique aqui.
Segunda parte — clique aqui

Pra quem não sabe, este não é um projeto propriamente do site, e por isso colocaremos todos os videos que tratarem de um tema semelhante ao do site. Como este sobre Filhos do Éden, pois para quem não sabe os livros do autor Eduardo Spohr tem muito de mitologia.

Quem gostou do video visite e se inscreva no canal do youtube.

Continuamos aqui o Pop 101 – Clube do Livro do qual Jessy (@jehssuda) fala sobre o livro Filhos do Éden.

ATENÇÃO porque tem SPOILERS

Pra quem não viu a primeira parte, clique aqui

Pra quem não sabe, este não é um projeto propriamente do site, e por isso colocaremos todos os videos que tratarem de um tema semelhante ao do site. Como este sobre Filhos do Éden, pois para quem não sabe os livros do autor Eduardo Spohr tem muito de mitologia.

Quem gostou do video visite e se inscreva no canal do youtube.

Antes que alguem diga algo, esse não é um videocast do Mitografias. Na verdade não é nem mesmo um projeto aqui do site. O Pop 101 é o canal do youtube de nossa participante lendária, Jessy (@jehssuda). E uma das atrações de seus videos será a série Clube do Livro.

Nada melhor do que deixar ela mesma explicar, então vejam ai o video:

Por não ser um projeto própriamente do site, colocaremos todos os videos que tratarem de um tema semelhante ao do site. Como este sobre Filhos do Éden, pois para quem não sabe os livros do autor Eduardo Spohr tem muito de mitologia.

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