
Em apenas dois episódios e a Senhora Morte já nos alcançou!
Com a participação especial de Pablo de Assis (www.universonerd.com.br/nerdexpress). Nesse episódio do Papo Lendário, Mitocondria (www.comicpod.com) e Pablo conversam sobre como o conceito de morte é visto pelas diversas culturas do mundo, como a finitude humana era para as antigas mitologias e como tais idéias mudaram até chegarmos nos dias atuais.
Perceba que a morte que nos causa medo e terror atualmente nem sempre foi encarada dessa forma. E descubra mais sobre os ritos de passagem das antigas culturas nesse lendário episódio!
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Comments
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The C on 09.26.2009
Opa, acabo de chegar aqui por um twitt do Leonardo2099 e o cast parece ser bem legal, já estou baixando os outros episódios e logo, logo, baixarei esse. Depois comento sobre o podcast. Abraços.
Pablo de Assis on 09.26.2009
Gente, muito bom esse episódio, ein?
E a versão em português do Always Look on the Bright Side of Life eu não conhecia! Ficou excelente a edição! Parabéns!
ibere tadeu soares on 09.26.2009
vou ouvir estou baixando
Rod Reis on 09.26.2009
Nossa,é o Chaves q canta a versão em português
do “Always Look on the Bright Side of Life”
Eu gosto muito da visão Oriental da morte, especialmente a Taoísta q é bem semelhante à Budista.
Vcs vão falar da figura do Ceifador no próximo cast?
abs e parabéns
Leonardo Mitocondria on 09.27.2009
@Rodreis, no próximo episódio iremos contar as histórias e origens dos principais deuses da morte, como Anubis, Osiris, Tanatos e etc.
Flávia Santos on 09.27.2009
SAUDAÇÕES!
Olá mais uma vez pessoal do Papo Lendário! Antes de mais nada, desculpem por eu não ter mandado um email sobre a ultima edição de Thor. Tive coisas demais do colégio pra fazer e passo quase a semana toda mais lá na escola do que em casa. Acaba que não consegui mandar o email que prometi. Desculpem-me por isso. Não vou prometer mandar hoje também, afinal está chovendo horrores aqui em Porto Alegre e minha internet vive caindo quando chove. Mas vou me esforçar para isso!
Vou escutar o cast assim que terminar de baixar. Não sei nem se vocês talvez não comentaram isso, mas como sempre vou puxar brasa pro mundo anime: comentem sobre os Shinigamis, que em Bleach são pessoas que guiam as almas para o “outro lado” e em Death Note são uns bichos bem bizarros.
Enfim, vou ouvir o programa antes de continuar atucando vocês com ideia bobas e palpites. Os Papos Lendários são sempre bem legais, na minha opinião. É um papo sério, mas que ensina a gente sobre mitologia. Gosto disso, de verdade.
Um grande abraço a todos e até mais!
Denis -Lobo- on 09.27.2009
Mais um tema muito interessante, pessoal.
Vcs tão de parabens
abraço!
Felipe Nunes - 15 Anos - Salvador/BA on 09.27.2009
Excelente podcast, ainda mais considerando que é apenas a segunda edição.
Senti falta de ser dito sobre a morte na mitologia nórdica, que diz que os mortos vão para uma espécie de inferno, exceto pelos guerreiros mortos em combate, que vão para o Vahalla fazer parte do exército de Odin para o dia do ragnarok.
Não conhecia essa versão de Always Look on the Bright Side of Life em português, bem legal.
Denis -Lobo- on 09.28.2009
Suicídio/Eutanásia/Ortotanásia ser crime, eu acho uma hipocrisia foda… A pessoa não poder nem escolher a hora que ela pode/quer morrer…
Almighty on 09.29.2009
Cast legal. Estou com altas expectativas para o próximo!
Eu até gosto mais da versão em português cantada pelo dublador do Chaves. Ficou muito bem adaptada, e tem até um pouco mais de melodia que a original. Não me chamem de herege, por favor
Almighty on 09.29.2009
E a trilha sonora foi muito bem escolhida: de Castlevania à Iron Butterfly!
Valéria Fla on 09.30.2009
Morro de medo da morte.
Baixando!
Vlad 'Focus' on 09.30.2009
Muito bom esse episódio, o Pablo saca bastante do tema, é uma ótima adição à equipe.
As informações foram muito bem colocadas, só discordo de quando vocês disseram que quem fica se privando de algumas coisas na verdade não está vivendo. O que é a vida, afinal? A vida é muito mais do que comida, bebida e sexo. A vida é o que nós fazemos dela, são as nossas escolhas. Ninguém pode dizer que um monge não tem vida, por exemplo. Se ele se satisfaz com uma vida de orações e um voto de pobreza, se realmente essa foi a escolha dele, então eu posso dizer que ele viveu muito bem.
De qualquer forma, parabéns pelo cast!
Um avraço!
Samuel Varela - Crato-CE on 10.02.2009
Mais um podcast excelente.
O Papo Lendário ainda está no segundo episódio mas já vem evoluindo bastante.
Oneda on 10.05.2009
obrigado senhores por este otimo cast, o tema é complicado e a sociedade arual não costuma tocar muito neste assunto.
henrique on 10.23.2009
Concordo com o Vlad ‘Focus’. Acho que vocês exageraram um pouco na parte que a pessoa não fuma e não bebe não tá aproveitando a vida. Cada um vive como quer. Eu sem fumar me sinto aproveitando muitissimo bem a vida, obrigado.
Mas nem tudo é criticas! O podcast foi ótimo! Já são um dos meus favoritos!
Aliás, muita trilha de games hein? Eu reconheci todos os jogos hehe
F.S. on 01.24.2012
Dar a vida a Deus como bem entender: exatamente é isso o martírio. Mas o muçulmano deve seguir o Alcorão e a Sunnah do Profeta (s), que indicam que o suicídio e a matança são proibidos. Os xiitas tendem a reconhecer esse martírio que fica subentendido nas falas, que relaciona-se à violência, por fundarem alguns preceitos na morte do Iman Hussein – e este morreu violentamente, segundo as fontes xiitas. Os sunitas, se atendo a outras fontes, indicam que o martírio em batalha é sim algo que possa engrandecer o muçulmano, mas não é o único meio, definitivamente, nem o “melhor”. Mesmo os xiitas, possuem tradições nas quais um de seus Imans afirma que a gestação é uma forma de jihad (e jihad significa “esforço”), que cada mamada do bebê dá à mãe as bençãos da libertação de um escravo da descendência de Ismael. Existe uma tradição do Profeta (s), relativamente famosa, quando, voltando de uma batalha, afirma (isso ou algo semelhante a isso): “Voltamos da jihad menor para a jihad maior”. Assim como os outros monoteísmos, seja no Tanakh ou na Bíblia. morrer em nome de Deus não se associa necessariamente à violência, mas também às virtudes advindas da submissão à vontade de Deus.
Salam.